terça-feira, 30 de janeiro de 2018

6 dicas numa viagem à neve

O ano passado, por esta altura, estávamos a planear a nossa primeira viagem à neve somente para esquiar. Já tínhamos estado em sítios com neve várias vezes mas nunca nos tínhamos aventurado no ski

Optámos por Serra Nevada por ser mais perto e lá fomos 3 ou 4 dias (na altura fiz um post que se encontra aqui). Adorei a experiência e ainda a semana passada estava a comentar com o André o quanto queria voltar para o ano mas, desta vez, com a Carminho (que, na altura, já terá 3 anos e meio!). Adorei esquiar, o ambiente nas pistas, a rotina de sair de casa com o material às costas, toda a envolvência na hora de nos vestirmos para ir para as pistas. Adorei tudo e quero muito voltar! 

Este ano não vamos conseguir ir, até porque não queremos deixar a Frederica tão bebé. Ainda assim, sei que há muita gente a pensar em ir e a planear tudo ao detalhe para que nada falhe. Eis algumas dicas para que tudo corra bem. Aconselho a:

1. utilizar óculos de sol ou máscara: a neve reflete uma grande percentagem de raios solares por isso não devem mesmo descurar a protecção do rosto e dos olhos. Se usarem óculos de sol, deverão verificar se as lentes têm protecção contra raios UVA e UVB;

2. hidratar a pele: a pele fica extremamente seca quando exposta ao frio, sendo que, em alguns casos, podem surgir queimaduras. Sugiro que levem convosco o Bio-oil que hidrata mesmo as camadas mais profundas da pele e a vantagem é que pode ser usado também no rosto, o que vos leva a poupar espaço na mala =);

3. ingerir líquidos: não tinha ideia mas, durante estes dias, bebemos imensa água. A certa altura faz calor e estamos literalmente a transpirar. Há que beber bastantes líquidos!

4. proteger a pele dos raios solares: aplicar protector solar é mesmo importante! Aplicar antes de sair para as pistas e voltar a fazer o mesmo gesto a meio do dia. Ah! E não esquecer, claro, o batom do cieiro com protecção;

5. levar uns snacks que sejam pequenos e fáceis de guardar. Nós levámos barrinhas de cereais mas conheci uma rapariga que me ofereceu um punhado de frutos secos. Achei uma MEGA ideia pois é fácil de guardar e dá-vos a energia necessária para descer as pistas!

6. cuidar da higiene íntima: não menos importante! Com tanta roupa e uma água com um ph diferente do nosso, o cuidado íntimo não deve ser deixado para trás. Levem na mala o vosso gel habitual, eu levei Lactacyd e gostei imenso! Caso se deem bem com as tolhitas íntimas, há também esta opção nesta marca que vos permite usar em qualquer lugar!




Boas férias e óptimas pistas!

Um beijinho,

Mafalda 

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

O cyber bullying

Há alguns dias dei de caras com uma notícia que me deixou muito transtornada. A pioneira dos blogs em Espanha - Alexandra Pereira - , do blog Lovely Pepa, publicou um vídeo no youtube onde contou como foi vítima de bullying durante o seu crescimento e agora, recentemente, através do blog. O vídeo encontra-se aqui

Já é mau demais crescer com umas colegas que gozam connosco a toda a hora, seja pela nossa maneira de ser, seja pelo nosso aspeto físico ou pelo que vestimos. A Alexandra tentou fazer sempre o seu percurso escolar na mesma escola porque achava que não seria ela que devia mudar, que não era ela que estava errada mas, sim, as colegas que a queriam magoar. Sofreu sempre muito com o que lhe faziam diariamente mas, nem por isso, desistiu de estudar e de correr atrás dos seus sonhos. Até que, há uns tempos, descobriu que tinham sido criados blogs e fóruns com o objetivo de a ofender e de ofender outras bloggers conhecidas em Espanha. 

Um destes fóruns estava inserido numa plataforma gerida pela revista Vogue espanhola. Pretendia-se, neste fórum, comentar as tendências de moda mas, rapidamente, se tornou um fórum onde se partilhava o ódio para com a Alexandra. Segundo ela, escrevia-se de tudo um pouco: criticava-se a sua aparência, o modo de vestir, a sua ascendência árabe, a orientação sexual da sua irmã, o seu companheiro, as campanhas que fazia e até se dizia que aceitava favores sexuais para chegar onde pretendia. Tudo comentários dos chamados haters da internet, pessoas que criticam tudo sem dó nem piedade, apenas pelo simples prazer de magoar, de espezinhar. 

Isto preocupa-me. Ninguém é obrigado a gostar de tudo o que vê e lê, de todas as pessoas que segue através das redes sociais. O que me entristece é pensar que existem pessoas escondidas atrás de um monitor e que se regozijem em criticar os outros e espalhar e incitar o ódio e a maldade ao ponto de desejar a morte de uma pessoa, como foi o caso desta blogger (sim, espantem-se!). Não posso concordar que, por ser blogger e partilhar a sua vida pública, fique sujeita a este tipo de coisas. Se não gostamos de algo, mantemos a nossa opinião para nós. Eu própria que já estou neste meio há quase 3 anos não gosto de tudo o que se publica mas daí a criticar, daí a ofender, daí a maltratar quem acha que está a fazer o melhor? NUNCA! O que é que faz com que estas pessoas criticam e agredam verbalmente outra pessoa através de um teclado? O que é que ganham com isso? Tenho a certeza nunca diriam as mesmíssimas coisas se estivessem presencialmente com a pessoa que gostam tanto de ofender, a troco de simplesmente nada. 

Através deste vídeo, a Alexandra pretendeu denunciar o bullying e o cyber bullying. A revista Vogue espanhola pediu-lhe desculpas e disse que não aceitava compactuar com este tipo de ódio cibernético. Encerrou, não só o fórum que se dedicava a criticar a Alexandra, mas todos os fóruns que se encontravam na sua plataforma. A Alexandra ficou aliviada e espera, através deste vídeo, mostrar às vítimas de bullying que se pode ultrapassar e superar estes traumas. A meu ver, foi um ato de grande coragem pois expôs a sua vida privada e denunciou o que se passava numa plataforma de uma revista tão famosa como a Vogue. 

Infelizmente, vão continuar a existir estas pessoas (haters) mas acredito que, a pouco a pouco, outras plataformas tomem a coragem de verificar o conteúdo daquilo que autorizam publicar e passem a tomar mais atenção aos comentários. É urgente verificar e condenar estes comentários e estas pessoas pois as críticas não são construtivas, servem apenas para espalhar a maldade de forma gratuita. É triste.   




imagens do site El Mundo

Ninguém é perfeito, por isso, mais amor, por favor!  

Um beijinho, 

Mafalda 


sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Um cantinho só para mim!

Andamos os dois (eu e o André) a sonhar com uma casa maior. Ele a sonhar com um espaço exterior e com um escritório para nós e eu a sonhar com um espaço só para mim. Qual é a mulher que não sonha com um closet ou, pelo menos, com um toucador no quarto? 

Por enquanto, tenho a minha maquilhagem guardada em caixas de acrílico transparentes (do IKEA aqui) e num carrinho dentro da nossa casa de banho mas confesso que, além de ser inestético, gostava mesmo de me sentar e de ter tudo à mão. Um cantinho bem feminino. Geralmente, maquilho-me na casa de banho onde não há nenhuma entrada de luz natural, por isso, tenho de ter especial cuidado porque pode parecer que a maquilhagem está bem e à luz natural está péssima! 

Enfim...deixo-vos de fim de semana com estas imagens que servem de inspiração para mim. Enquanto não conseguimos trocar de casa, vou sonhando com estes espaços e tirando ideias!
Desse lado, há alguém que tenha um espaço destes em casa? 








Imagens Pinterest

E, para aquelas meninas desse lado que não percebem nada de maquilhagem, deixo-vos com as funcionalidades de cada pincel. Não sou especialista na matéria mas vou procurando saber cada vez mais! Espero que vos ajude! =)





Bom fim de semana! 

Um beijinho, 

Mafalda 


quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Das (boas) novidades para a pele

Outro dia estávamos em família e uma das minhas primas mais velhas (que está prestes a fazer 40 anos) ficou muito admirada por eu dizer que usava creme anti-rugas todos os dias. Posso ser um bocadinho  desleixada (vá, um bom bocado, especialmente no inverno) com a pele do corpo mas, com a do rosto, tomo certos cuidados. 

Tento desmaquilhar-me antes de ir para a cama e uso, normalmente, um bom creme hidratante. Por enquanto, não uso sérums mas ando a pensar em experimentar também. Acho que uma boa parte do envelhecimento da pele do nosso rosto vem da nossa genética mas, também, do modo como cuidamos dela, não somente no inverno como no verão (muita atenção à exposição ao sol!).

A Caudalie é uma marca que eu gosto muito pois, apesar do preço, os produtos são mesmo bons e fazem a diferença. Confesso que só experimentei o anti-rugas e o creme das mãos desta marca mas estes dois produtos estão na lista dos meus favoritos!

Recentemente a Caudalie trouxe uma nova patente baptizada de Vinergy e renova a coleção Premier Cru tornando estes produtos mais eficazes, sem silicones e mais naturais e fazendo um lifting nas embalagens.


Creme contorno dos olhos
Sérum
Óleo precioso
Creme 
Creme rico

Curiosidades sobre esta gama:

- Foi desenvolvida desde há cinco anos e em parceria com com o Professor de genética, o Dr. David Sinclair da Harvard Medical School (conhecido pelo "guru" da longevidade pela revista Time Magazine U.S e é, hoje, um dos grandes especialistas mundiais na luta contra o envelhecimento);

"Óptimo! Nós queremos o melhor!"

- Este complexo Vinergy associa resveratrol (uma propriedade presente nas uvas e que é tida como essencial no combate ao envelhecimento) dos sarmentos da videira e betaína de origem natural (um composto químico encontrado em animais e plantas e que desempenha um papel fundamental no metabolismo). 

"A melhor tecnologia para atuar com eficácia!"

Estou ansiosa por ir à minha farmácia (do meu bairro) experimentar a textura e sentir este cheirinho maravilhoso! Depois trago-vos a minha review!

E para as meninas que estão a pensar que tenho medo de envelhecer, não tenho! Quero é envelhecer o melhor possível =)

Um beijinho,

Mafalda

    

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Amamentar ou não?

Estamos, constantemente, a falar sobre o mesmo assunto, pensam alguns. Infelizmente, enquanto não conseguirmos ver para além do horizonte, enquanto não formos capazes de nos despir de preconceitos, enquanto não conseguirmos perceber e aceitar opiniões e atitudes contrárias ao que defendemos, temos de falar sobre isto. Isto da amamentação. 

Faço parte de dois ou três grupos de mães no facebook onde o propósito do grupo é discutir alguns temas e ajudar quando necessário. Não fazem ideia das coisas que por lá se passam. Não sei quantas foram as vezes que vi mães a perguntar qual será o melhor leite para aliviar as cólicas ou até dicas para fazer o desmame e o contra-ataque das mães fundamentalistas da amamentação. Por isso é que muitas mães escondem o que passaram, por isso é que muitas mães fingem que amamentam, por isso é que muitas mães não saem à rua na hora das refeições dos seus bebés. E isto, a meu ver, é grave. 

Quando li este post escrito pela Margarida (aqui) e este escrito pela Ana (aqui), só consegui dar-lhes os parabéns porque aproveitaram a voz que têm nos seus blogs para dizer o que tantas mães pensam e não têm coragem: "a amamentação não está a correr bem e não, não quero tentar mais". Deixemo-nos de julgar ou de criticar. Todos conhecemos os benefícios da amamentação e todos sabemos o quanto é, sobretudo, melhor para o bebé mas ninguém fala das mães. E é triste, uma mãe passa 9 meses a ser acarinhada por todos e, de repente, o que interessa são, apenas e somente, as necessidades daquele novo ser. Não. Para mim, não. Uma mãe tem pleno direito de escolher se quer amamentar ou não e ninguém tem de fazer julgamentos.

Há uns anos (cerca de 10, penso eu) uma amiga minha ficou grávida do primeiro filho. Na altura eu teria 24 anos e ela 26, mais ou menos. Lembro-me perfeitamente de estarmos no hospital e da enfermeira entrar no quarto com o biberão numa mão e com um comprimido para secar o leite na outra. Achei aquilo tão estranho. Quando lhe perguntei acerca da sua decisão, repondeu-me "simplesmente não quero amamentar". Fiquei angustiada naquela altura mas hoje olho para trás e penso que é uma perfeita parvoíce. Ela estava perfeitamente a par de todas as vantagens e desvantagens da atitude que acabara de tomar e, no entanto, não vacilou. E nós, família e amigos, só tivemos de aceitar e apoiar a sua decisão porque, quem a tomou, saberá com toda a certeza o que é melhor para ela e para o bebé. 

E não se é má mãe por escolher outro caminho. Senão, como é que poderíamos ser más mães quando prescindimos de não estar bem, para passar a estar a 100% para o nosso bebé? Quando deixamos de chorar a cada mamada, para passar a estarmos de sorriso no rosto a dar um biberão? Há o mesmo sentimento de amor quando se dá um biberão, sabiam? 

Por isso, acredito que cada mãe saberá o que é melhor para si e para o seu filho. A amamentação não é uma experiência agradável para todas! Deixemo-nos de floreados e partilhemos a realidade, mesmo que ela seja dura. Não deixemos que a próxima geração de mães pense que é obrigatório dar de mamar porque não é, em primeiro lugar é uma escolha da mãe, agora e sempre! Por último, quero, também, lembrar que a amamentação não depende somente da vontade da mãe, uma boa parte desta experiência diz respeito à performance do bebé, consigo dizer isso hoje depois de ter tido a minha segunda filha, a Frederica (mas isso fica para outro post). 

Lembrem-se: ninguém tem de tomar decisões por vocês, nem ninguém tem o direito de opinar sobre as decisões tomadas por vós. Vocês é que são mães, o bebé é vosso, a relação é vossa. Vocês é que sabem.  

E deixo-vos com o lema da Ana (blog A melhor amiga da barbie): menos julgamento e mais amor!


Fotografia pela lente da Rita Alvim (aqui)

Um beijinho, 

Mafalda 
      

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

O que é isto de ter um blog

Sou sincera, no início quando criei o blog (muito por culpa do André que me motivou), criei-o para um grupo pequeno de pessoas. Achei que os meus posts seriam lidos pelo meu marido, pela minha família, por alguns dos meus amigos e por um ou outro desconhecido. E, de repente, as visualizações deixam de ser cinquenta e mostram umas centenas e, das centenas, passamos para os milhares. Uau! Já não somos alguns, somos muitos! Daí comecei a receber contactos das agências e a fazer parcerias e, neste momento, o blog é levado muito a sério por mim. 

Durante todo este período (quase 3 anos), poucas foram as pessoas que me deram uma palavra de força, um "vai em frente" ou "que projeto interessante". Tenho o apoio e o suporte da minha família mais chegada que, felizmente, me coloca muitas vezes a mão no ombro e diz "não tenhas medo, vai em frente!" ou "parabéns! Ficamos muito contentes de teres chegado até aqui!" e também, palavras de apoio de um(a) ou outro(a) amigo(a). Depois, fora as pessoas que me seguem mas, não me conhecem, ninguém se manifesta.

Este tema é bastante recorrente neste meio dos blogs (principalmente nos mais pequenos ou menos conhecidos) e é, por essa razão, que vos venho pedir para serem mais ativas e menos espetadoras, se assim se pode dizer. Ainda há uns tempos, durante o jantar num casamento, tive esta conversa com a irmã de um grande amigo meu. Dizia-me ela que lia tudo o que eu escrevia e eu, que sabia que ela nunca se manifestava, disse-lhe: "mas se lês e se gostas, porque é que não deixas o teu like?". Ela ficou surpresa e confessou-me que nunca achou que isso fosse importante.

Não vou ser hipócrita ao ponto de vos dizer que os números não interessam, é claro que interessam! Interessam-me, interessam às agências, interessam às marcas. Mas, mais do que isso, o que os números significam para mim, é que vocês me lêem e que se identificam com aquilo que escrevo. O vosso like para mim é um "estou a gostar, podes continuar". Quando vocês me deixam o vosso like ou o vosso comentário, penso que se importam connosco, que gostam de nos ver, que compreendem as minhas dúvidas e que querem ser parte da solução. Por isso, vos peço: sejam mais ativas! O blog foi criado sob o pretexto de partilhar a minha vivência enquanto mãe, de esclarecer dúvidas e discutir pontos de vista. Neste momento, não escrevo apenas sobre a maternidade e ainda bem porque vocês terão muito mais interesses do que esse, certo? Quero crescer e muito! Quero fazer mais vídeos, quero mostrar-vos mais coisas, partilhar convosco mais momentos e incertezas, quero chegar mais longe. Para isso, preciso MESMO da vossa ajuda! Comente, dêem a vossa opinião, critiquem (desde que de forma construtiva), enfim, façam-se ouvir! Posso contar convosco?


Fotografia da querida Rita Alvim (para quem não segue, aqui fica o link)
aqui grávida da Carminho

Estamos no facebook (aqui) e no instagram (aqui).  Apareçam!
Até já! =)

Um beijinho,

Mafalda 

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Insistir ou dar outra opções?

Desde que a Carminho começou com os sólidos nunca tivemos problemas com a alimentação. Tentámos, desde logo, prestar atenção aos rótulos, evitar o açucar e as gorduras. Até aos 2 anos foi fácil evitar que a Carminho comesse coisas menos saudáveis mas, agora, tem sido cada vez mais difícil. Também não queremos proibir-lhe tudo porque temos a perfeita noção que isso poderá virar-se contra nós, por isso, de vez em quando, lá calha uma batata frita ou um bocadinho de bolo (sim, não somos pais extremistas!). Já vos tenho dito e continuo com a mesma opinião, haver excepções sim, mas serão isso mesmo, excepções. Não a regra. O que quero, com isto, dizer é que abrimos essa possibilidade em ocasiões especiais: no Natal, por exemplo, quis provar as trutas (pastéis de batata doce) que eu e a minha mãe fizemos. Também provou o nosso bolo de família e uns coscorões feitos pela minha mãe.

Conseguimos perceber também com estas experiências que está a diversificar os sabores. Se, por um lado, é bom estar receptiva a novos paladares (tem experimentado sushi), por outro lado, começa a seleccionar o que gosta e o que não gosta. Por isso, esta semana não consegui que jantasse bacalhau à brás nem puré com strogonoff de frango. Não fizemos disto um bicho de sete cabeças mas confesso que tenho pensado muito no assunto. Se deixamos que não coma o mesmo prato que nós, terei de fazer outro prato para ela e abrir uma excepção. Se formos firmes, vai para a cama sem jantar, apenas com o leite.

Preocupa-me, também, porque em setembro vai para o colégio e convém que coma de tudo, ou quase tudo. É claro que se não gosta de ervilhas ou lulas ou outra coisa qualquer específica ninguém vai deixá-la em frente ao prato até comer....mas pronto, gostava que comesse o mesmo que nós, pelo menos nas refeições principais.





E convosco, como foi? Como é que resolveram este problema?

Aceitam-se conselhos!

Um beijinho e bom fim de semana,

Mafalda