segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Amamentar ou não?

Estamos, constantemente, a falar sobre o mesmo assunto, pensam alguns. Infelizmente, enquanto não conseguirmos ver para além do horizonte, enquanto não formos capazes de nos despir de preconceitos, enquanto não conseguirmos perceber e aceitar opiniões e atitudes contrárias ao que defendemos, temos de falar sobre isto. Isto da amamentação. 

Faço parte de dois ou três grupos de mães no facebook onde o propósito do grupo é discutir alguns temas e ajudar quando necessário. Não fazem ideia das coisas que por lá se passam. Não sei quantas foram as vezes que vi mães a perguntar qual será o melhor leite para aliviar as cólicas ou até dicas para fazer o desmame e o contra-ataque das mães fundamentalistas da amamentação. Por isso é que muitas mães escondem o que passaram, por isso é que muitas mães fingem que amamentam, por isso é que muitas mães não saem à rua na hora das refeições dos seus bebés. E isto, a meu ver, é grave. 

Quando li este post escrito pela Margarida (aqui) e este escrito pela Ana (aqui), só consegui dar-lhes os parabéns porque aproveitaram a voz que têm nos seus blogs para dizer o que tantas mães pensam e não têm coragem: "a amamentação não está a correr bem e não, não quero tentar mais". Deixemo-nos de julgar ou de criticar. Todos conhecemos os benefícios da amamentação e todos sabemos o quanto é, sobretudo, melhor para o bebé mas ninguém fala das mães. E é triste, uma mãe passa 9 meses a ser acarinhada por todos e, de repente, o que interessa são, apenas e somente, as necessidades daquele novo ser. Não. Para mim, não. Uma mãe tem pleno direito de escolher se quer amamentar ou não e ninguém tem de fazer julgamentos.

Há uns anos (cerca de 10, penso eu) uma amiga minha ficou grávida do primeiro filho. Na altura eu teria 24 anos e ela 26, mais ou menos. Lembro-me perfeitamente de estarmos no hospital e da enfermeira entrar no quarto com o biberão numa mão e com um comprimido para secar o leite na outra. Achei aquilo tão estranho. Quando lhe perguntei acerca da sua decisão, repondeu-me "simplesmente não quero amamentar". Fiquei angustiada naquela altura mas hoje olho para trás e penso que é uma perfeita parvoíce. Ela estava perfeitamente a par de todas as vantagens e desvantagens da atitude que acabara de tomar e, no entanto, não vacilou. E nós, família e amigos, só tivemos de aceitar e apoiar a sua decisão porque, quem a tomou, saberá com toda a certeza o que é melhor para ela e para o bebé. 

E não se é má mãe por escolher outro caminho. Senão, como é que poderíamos ser más mães quando prescindimos de não estar bem, para passar a estar a 100% para o nosso bebé? Quando deixamos de chorar a cada mamada, para passar a estarmos de sorriso no rosto a dar um biberão? Há o mesmo sentimento de amor quando se dá um biberão, sabiam? 

Por isso, acredito que cada mãe saberá o que é melhor para si e para o seu filho. A amamentação não é uma experiência agradável para todas! Deixemo-nos de floreados e partilhemos a realidade, mesmo que ela seja dura. Não deixemos que a próxima geração de mães pense que é obrigatório dar de mamar porque não é, em primeiro lugar é uma escolha da mãe, agora e sempre! Por último, quero, também, lembrar que a amamentação não depende somente da vontade da mãe, uma boa parte desta experiência diz respeito à performance do bebé, consigo dizer isso hoje depois de ter tido a minha segunda filha, a Frederica (mas isso fica para outro post). 

Lembrem-se: ninguém tem de tomar decisões por vocês, nem ninguém tem o direito de opinar sobre as decisões tomadas por vós. Vocês é que são mães, o bebé é vosso, a relação é vossa. Vocês é que sabem.  

E deixo-vos com o lema da Ana (blog A melhor amiga da barbie): menos julgamento e mais amor!


Fotografia pela lente da Rita Alvim (aqui)

Um beijinho, 

Mafalda 
      

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

O que é isto de ter um blog

Sou sincera, no início quando criei o blog (muito por culpa do André que me motivou), criei-o para um grupo pequeno de pessoas. Achei que os meus posts seriam lidos pelo meu marido, pela minha família, por alguns dos meus amigos e por um ou outro desconhecido. E, de repente, as visualizações deixam de ser cinquenta e mostram umas centenas e, das centenas, passamos para os milhares. Uau! Já não somos alguns, somos muitos! Daí comecei a receber contactos das agências e a fazer parcerias e, neste momento, o blog é levado muito a sério por mim. 

Durante todo este período (quase 3 anos), poucas foram as pessoas que me deram uma palavra de força, um "vai em frente" ou "que projeto interessante". Tenho o apoio e o suporte da minha família mais chegada que, felizmente, me coloca muitas vezes a mão no ombro e diz "não tenhas medo, vai em frente!" ou "parabéns! Ficamos muito contentes de teres chegado até aqui!" e também, palavras de apoio de um(a) ou outro(a) amigo(a). Depois, fora as pessoas que me seguem mas, não me conhecem, ninguém se manifesta.

Este tema é bastante recorrente neste meio dos blogs (principalmente nos mais pequenos ou menos conhecidos) e é, por essa razão, que vos venho pedir para serem mais ativas e menos espetadoras, se assim se pode dizer. Ainda há uns tempos, durante o jantar num casamento, tive esta conversa com a irmã de um grande amigo meu. Dizia-me ela que lia tudo o que eu escrevia e eu, que sabia que ela nunca se manifestava, disse-lhe: "mas se lês e se gostas, porque é que não deixas o teu like?". Ela ficou surpresa e confessou-me que nunca achou que isso fosse importante.

Não vou ser hipócrita ao ponto de vos dizer que os números não interessam, é claro que interessam! Interessam-me, interessam às agências, interessam às marcas. Mas, mais do que isso, o que os números significam para mim, é que vocês me lêem e que se identificam com aquilo que escrevo. O vosso like para mim é um "estou a gostar, podes continuar". Quando vocês me deixam o vosso like ou o vosso comentário, penso que se importam connosco, que gostam de nos ver, que compreendem as minhas dúvidas e que querem ser parte da solução. Por isso, vos peço: sejam mais ativas! O blog foi criado sob o pretexto de partilhar a minha vivência enquanto mãe, de esclarecer dúvidas e discutir pontos de vista. Neste momento, não escrevo apenas sobre a maternidade e ainda bem porque vocês terão muito mais interesses do que esse, certo? Quero crescer e muito! Quero fazer mais vídeos, quero mostrar-vos mais coisas, partilhar convosco mais momentos e incertezas, quero chegar mais longe. Para isso, preciso MESMO da vossa ajuda! Comente, dêem a vossa opinião, critiquem (desde que de forma construtiva), enfim, façam-se ouvir! Posso contar convosco?


Fotografia da querida Rita Alvim (para quem não segue, aqui fica o link)
aqui grávida da Carminho

Estamos no facebook (aqui) e no instagram (aqui).  Apareçam!
Até já! =)

Um beijinho,

Mafalda 

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Insistir ou dar outra opções?

Desde que a Carminho começou com os sólidos nunca tivemos problemas com a alimentação. Tentámos, desde logo, prestar atenção aos rótulos, evitar o açucar e as gorduras. Até aos 2 anos foi fácil evitar que a Carminho comesse coisas menos saudáveis mas, agora, tem sido cada vez mais difícil. Também não queremos proibir-lhe tudo porque temos a perfeita noção que isso poderá virar-se contra nós, por isso, de vez em quando, lá calha uma batata frita ou um bocadinho de bolo (sim, não somos pais extremistas!). Já vos tenho dito e continuo com a mesma opinião, haver excepções sim, mas serão isso mesmo, excepções. Não a regra. O que quero, com isto, dizer é que abrimos essa possibilidade em ocasiões especiais: no Natal, por exemplo, quis provar as trutas (pastéis de batata doce) que eu e a minha mãe fizemos. Também provou o nosso bolo de família e uns coscorões feitos pela minha mãe.

Conseguimos perceber também com estas experiências que está a diversificar os sabores. Se, por um lado, é bom estar receptiva a novos paladares (tem experimentado sushi), por outro lado, começa a seleccionar o que gosta e o que não gosta. Por isso, esta semana não consegui que jantasse bacalhau à brás nem puré com strogonoff de frango. Não fizemos disto um bicho de sete cabeças mas confesso que tenho pensado muito no assunto. Se deixamos que não coma o mesmo prato que nós, terei de fazer outro prato para ela e abrir uma excepção. Se formos firmes, vai para a cama sem jantar, apenas com o leite.

Preocupa-me, também, porque em setembro vai para o colégio e convém que coma de tudo, ou quase tudo. É claro que se não gosta de ervilhas ou lulas ou outra coisa qualquer específica ninguém vai deixá-la em frente ao prato até comer....mas pronto, gostava que comesse o mesmo que nós, pelo menos nas refeições principais.





E convosco, como foi? Como é que resolveram este problema?

Aceitam-se conselhos!

Um beijinho e bom fim de semana,

Mafalda 

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Wishlist 34

A chegar aos 34 anos já na próxima semana, no dia 18! Nem acredito...acho que quando chegar aos 35 fico deprimida para o resto da vida pois já me aproximo dos 40!

Fora de brincadeiras, já o disse aqui e volto a dizê-lo: estou feliz e sou feliz. Tenho tudo o que preciso para ser feliz: uma casa, uma família maravilhosa, trabalho e saúde. Sim, apesar disso, gostava de ter uma casa maior, desenvolver uns quantos projetos a nível profissional e levar o blog cada vez mais longe mas...cada coisa a seu tempo! Até lá, vou trabalhando e dando o meu melhor diariamente porque apesar de muitos pensarem que não, a sorte não aparece, constrói-se. 

Nos meus 34 anos não preciso de nada mas confesso que algumas coisas desta lista animariam mais este meu dia de aniversário =)





1 fim de semana a 2 (tantas saudades que tenho disto!)





E pronto, venham os 34! Vá, estou preparada (preparadíssima, como diz a Carminho!)

Um beijinho, 

Mafalda 

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

3 meses de Frederica! Yay!

E chegámos finalmente aos 3 meses de vida! Apesar de algumas pessoas acharem estranho, não gosto nada da fase de recém-nascido e, por esta razão, ansiava chegar a esta altura! Acho muito difícil e muito desgastante, para os pais e até para o bebé.  Sim, imaginem o que deverá sentir este pequeno ser que, durante 9 meses, se desenvolveu dentro de uma bolsa. Durante este tempo, esteve protegido de tudo e de todos os ruídos, alimentando-se e fazendo as suas necessidades sempre dentro o mesmo espaço. De repente, nasce e é todo um mundo novo. Muitas vozes, uma ambiente totalmente diferente, uma forma de se alimentar que não conhecia. Isto tudo também deve ser stressante, não concordam? 

No que diz respeito aos pais, já todos sabemos o quanto é difícil. Para quem não conhece esta realidade, esta fase é desgastante porque nos temos de adaptar ao bebé e ele a nós. É uma aprendizagem para ambos no que diz respeito à amamentação, a horários, a modos de ser, a rotinas..enfim, a tudo! E, no meio disto tudo, ainda existe o pior dos monstrinhos que é o monstro das cólicas. Diz-se que passam quando fazem 3 meses e na primeira gravidez pudemos confirmar isso mesmo. Agora, no caso da Frederica, também temos visto que tem estado a abrandar imenso, o que nos tranquiliza! 

Ainda não consigo descrever muito a Frederica porque até há pouco tempo, só comia, dormia e chorava. Chorou muito mesmo. Houve um período em que as cólicas pareceram abrandar mas, logo depois, voltaram em força. Foi mesmo muito difícil. Recentemente, começou a ficar desperta por mais tempo e resolvi arriscar e colocá-la no tapete de atividades para ver se ficava. Começou, a pouco e pouco, a esboçar sorrisos e a observar as cores dos animais pendurados. Uns dias depois, ouvimo-la a fazer os primeiros barulhos com a boca. 

Assim, descobrimos que: 

♥ Gosta de estar nua mas não gostas de te vestir
♥ Leva a mão direita à boca
♥ Faz sons 
 Conhece bem a mãe, o pai e principalmente a mana Carminho (adora a Carminho é impressionante!)
 Adora estar deitada no trocador do quarto 
 Adora tomar banho 
♥ Gosta de ouvir música 
♥ Ri-se quando nos metemos com ela 

À noite dorme 7/8 horas de seguida e, durante o dia, os sonos são de 30 a 45 minutos. Não nos podemos queixar de todo =)





Blusa Os Patinhos (foi da Carminho)
Camisola emprestada
Tapa fraldas Love by Mary

E por aí? Há bebés com 3 meses ou a chegar a esta idade?

Um beijinho, 

Mafalda  

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Carta às minhas filhas

"So I want tonight to express gratitude to all the women who have endured years of abuse and assault because they, like my mother, had children to feed and bills to pay and dreams to pursue. 

For too long, women have not been heard or believed if they dared to speak their truth to the power of those men, but their time is up. 

So I want all the girls watching here now to know that a new day is on the horizon.
And when that new day finally dawns, it will be because of a lot of magnificent women, many of whom are right here in this room tonight, and some pretty phenomenal men fighting hard to make sure that they become the leaders who take us to the time when nobody ever has to say, “Me too” again. Thank you". 

Esta é parte do discurso que a Oprah Winfrey fez quando subiu ao palco para receber o prémio Cecil B. DeMille que reconhece quem se destacou no cinema. Há muito que sigo a Oprah que é uma referência para todos os americanos, não só pela sua história de vida mas, sobretudo, pelo exemplo que dá e valores que transmite. Uma mulher forte, inteligente, sensível e muito humana, é assim que a vejo. 

Ontem, ao ler e ouvir o discurso, pensei na história dos estados unidos da américa (sim, tive de a estudar toda no meu tempo de faculdade!), pensei em todas aquelas mulheres, lembrei-me dos escravos, do racismo e mais ainda, do machismo e sexismo. E depois senti-me gelada porque me lembrei que tenho duas filhas. E que tenho - aliás eu e o André - temos, uma enorme responsabilidade para com elas. 

"Minhas filhas, quero que saibam e que sintam sempre que o pai e a mãe vos amam e vos respeitam, tal como são. Saibam que ninguém terá por vós um amor como o nosso e peço-vos que apenas isso vos chegue para se sentirem fortes e preparadas para enfrentar o mundo. Não têm de obedecer a homem nenhum pois ninguém é dono de vós. Terão sim de respeitar e ser respeitadas. Não têm de sofrer caladas nem muito menos de fazer aquilo que não querem, nem que seja "só esta vez". Lembrem-se que o verdadeiro amor está no respeito, no diálogo, no companheirismo, independemente da orientação sexual que tiverem. Não deixem que vos olhem com maldade nem que vos desrespeitem com piropos. Não deixem que a vossa auto-estima seja abalada por alguém que não vos merece. Amem alguém que seja capaz de vos aceitar como são, que vos respeite, que cuide de vós como se de uma flor falássemos, que tenha orgulho em ser vosso companheiro(a), que vos conheça e que vos ame, com todas as vitudes e defeitos que têm, que vos ame com um brilho nos olhos. Não deixem que vos dominem nem com palavras nem com acções e por favor, se assim for, não tenham medo de falar. Pior é sofrer em silêncio. A verdade tem que ser libertadora". 



Um beijinho da Mãe que vos ama 

Mafalda   

  

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Best of make up - Globos de Ouro 2018

Resolvi fazer uma sondagem no instagram (aqui) sobre a possibilidade de fazer um post com a minha selecção de best of de maquilhagem na cerimónia dos Globos de Ouro 2018 que, como sabem, premeiam os melhores no mundo do cinema e televisão. Como a maioria pediu para fazer, aqui estou eu! =)

No geral, não achei que este ano me tivesse deixado de queixo caído com alguma maquilhagem mais arrojada mas, ainda assim, consegui seleccionar algumas que gostei muito. Ora vejam: 



Uma maquilhagem não muito elaborada com sombra acobreada que, em conjunto com o batom, fazem sobressair este tom de pele maravilhoso 



Adorei esta maquilhagem com a pele mais natural e destaque no esfumado em tom de bronze. 
Com este tom de olhos não é preciso muito para brilhar! 



A Millie foi, talvez, das actrizes que mais brilhou esta noite, não só pela escolha do vestido (Calvin Klein) mas por todo o conjunto. Amei este cat eye e o tom de batom rosadinho



Esta foi, sem dúvida, a maquilhagem que mais gostei. Smokey eyes com acabamento metalizado para dar aquele toque especial de festa, um batom rosa e voilá! Adorei! 



Aquela maquilhagem que nunca falha: um cat eye perfeito e tom pêssego nos lábios 



Uma maquilhagem simples com especial destaque nos lábios (adorei este tom!) 



Que cores vos saltam à vista? O tom esverdeado nos olhos, o tom ameixa nos lábios e o branco nas pálpebras. Tudo escolhido com um propósito: representar as cores usadas nas faixas durante o movimento pelo sufrágio feminino nos finais do século XIX

Gostaram? Qual é a vossa maquilhagem preferida? 

Um beijinho, 

Mafalda 




sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

O meu maior defeito

(Desabafo)

De entre todos os defeitos que tenho, há um que sobressai e do qual não me orgulho nada. Estou prestes a fazer 34 anos (já no próximo dia 18) e confesso que tenho pensado muito nesta questão nos últimos anos.  O que se passa é que tenho uma enorme dificuldade de gerir as expectativas face aos meus amigos, à minha família, às pessoas que amo. 

Estou sempre a levar na cabeça do André e da minha mãe (as pessoas com quem mais desabafo e que melhor me conhecem!) porque me magoo a toda a hora e sofro horrores com isso. As pessoas magoam-me e, geralmente, nem sequer se devem aperceber que o fazem, simplesmente porque a culpa é, muitas vezes, minha. Eu é que fico à espera de alguma coisa, eu é que projeto na minha cabeça, eu é que antecipo, eu é que vivo as coisas ainda antes de elas sequer acontecerem, eu é que faço planos, eu é que desenho acções.

E não dá mais para ser desta forma. Não dá mais para projetar no outro as minhas expectativas, não dá mais para ficar à espera de coisas que não vão acontecer e, sobretudo (é aqui o ponto mais crítico), não dá para esperar dos outros aquilo que eu faria por eles, caso os papéis estivessem invertidos. Os outros são os outros e eu sou eu. Não posso, de maneira nenhuma, continuar a pensar que vão agir de uma determinada forma quando a outra pessoa é diferente de mim. A minha amiga Marta Arrais que escreve semanalmente aqui, há uns tempos escreveu:

"O que ainda não nos passou pela cabeça é que as pessoas "mudam" porque as imaginamos à nossa imagem. Se eu não faria isto àquela pessoa, a mesma pessoa não mo faria a mim. Ou até: se eu sou capaz de dar tanto, com certeza que aquela pessoa saberá fazer o mesmo. Errado. Essa pessoa não és tu. Não sabe as mesmas coisas que tu. Não vê da mesma maneira que tu vês. Não vive da mesma maneira que tu vives. Não faz parte dos mesmos capítulos da tua história."

Por isso, em 2018, quero esforçar-me mais por ultrapassar isto. Quero esperar menos das pessoas, não fazer planos. Não ter expectativas de nada, seja em relação às amizades, aos meus desafios e funções no colégio ou até em relação às minhas conquistas no blog. 

É difícil mas hei-de lá chegar. 

Aos que não nos conhecem pessoalmente e que, ainda assim, nos querem bem, seguem cada conquista e leem cada post, demonstrando carinho diariamente (incluindo as outras bloggers), o meu MUITO obrigada!  



Um beijinho, 

Mafalda

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

É a loucura! Chegaram os saldos!

Pois é, chegou finalmente a época que a maioria das mulheres mais gosta: os saldos! Finalmente podemos ir a correr comprar aquela peça que nos ficou debaixo de olho ou simplesmente fazermos uma selecção de peças enquantos nos sentamos confortavelmente no sofá lá de casa. 

Confesso que nunca faço grandes loucuras nesta época, ao contrário de muita gente que aguarda por esta altura para compor o seu guarda-roupa. Aquilo que faço é mesmo adquirir as peças que mais gostei nas coleções a um preço mais em conta! E isto serve para mim, para o André e para elas. 

Este ano, como o Inverno ainda está a começar e tenho poucas peças para a Frederica (já que a Carminho nasceu no verão), vou aproveitar para comprar alguns básicos, camisas e casaquinhos de malha/lã. Também quero ver se consigo comprar algumas peças matchy-matchy para as manas, claro! 

Dei uma vista de olhos em algumas marcas que gosto muito e decidi fazer uma selecção para vocês. Entre bebé, menina e menino, o difícil será escolher! 


  1. e 12. Zippy 

2, 9 e 10. Sal & Pimenta

4. e 11. Tic Tac Babies

6. Zara

3, 5, 7 e 8. Piupiuchick 


Confesso que há algumas peças desta selecção que irão morar cá em casa. Algum palpite? 

Um beijinho, 

Mafalda 

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Quando forem mães, peçam ajuda!

Quando fizemos o curso de preparação para o parto (aqui), uma das coisas que mais ouvimos pela querida Vanessa tem precisamente a ver com o último post que escrevi. A Vanessa (Enfermeira Obstetra) disse-nos sempre que a maternidade é um momento maravilhoso e único mas, também, um momento extremamente difícil e cansativo para as mães. Disse às mães que estavam presentes para nunca se esquecerem que, em primeiro lugar, estavam elas e os seus bebés e que, por essa razão, não iríamos ser capazes de fazer todas as tarefas que fazíamos anteriormente. Pediu, também, aos pais para estarem presentes nas tarefas domésticas e para não exigirem demasiado das mães porque é um momento de grande fragilidade, não só física mas, sobretudo, emocional. Tudo isto ficou marcado na minha memória. Dizia-nos a certa altura: "não tenham vergonha de pedir ajuda à vossa mãe, não sejam perfeccionistas e deixem-se ajudar, nem que seja com a roupa ou com as refeições. Isso vai fazer toda a diferença no vosso bem-estar e na harmonia da família".

Talvez por ter ouvido aquilo tantas vezes, achei sempre que não ia ser nenhum mar de rosas e, logo que a Carminho nasceu, aceitei logo a ajuda da minha Mãe. Apesar do André fazer muitas coisas, os meus pais faziam questão de passar em nossa casa em fim de dia. A minha Mãe trazia-me compras do supermercado (nem que fosse apenas fraldas!), estendia e tirava a roupa do estendal, cozinhava, enfim...fazia o que houvesse para fazer. Confesso que, naquela altura, me chateava aqui e ali porque as coisas não estavam feitas como costumo fazer mas depressa me habituei. A minha Mãe costuma dizer que ninguém faz as coisas como nós, mesmo que queira muito Por isso, respirei fundo e deixei-me de tretas porque o que interessava verdadeiramente era ajudar e não fazer as coisas como eu faço, porque para isso, fazia eu!

Desta vez, a ajuda da minha Mãe foi bem maior porque o André chegava sempre tarde a casa. A somar a toda a organização de casa, já tinha a Carminho que necessitava da minha atenção até mais do que a Frederica. A nossa Pediatra avisou-nos que ela é que deveria ser a detentora de toda a nossa atenção porque a Frederica apenas precisa de ser alimentada nos primeiros tempos. Podem achar que esta é uma visão muito limitada mas acaba por ser verdade: nos primeiros meses, a Frederica apenas precisa que cuidem dela. Seria fácil se a Frederica tivesse sido um bebé como a Carminho mas, como ninguém é igual a ninguém, isso não aconteceu. Ela é tranquila mas sofreu (e ainda sofre) muito com cólicas. Por isso houve dias em que não consegui dar banho à Carminho ou à Frederica, houve dias em que não almoçei ou jantei, houve dias que fiz a nossa cama pouco antes de me deitar nela, houve dias em que a sala estava o caos, houve dias e dias muito difíceis, mesmo apesar de ter a minha Mãe diariamente das 18h até cerca das 22h/22h30. Foi muito bom termo-nos uma à outra mas só nós sabemos as noites e os momentos difíceis que passámos durante estes 3 meses.

Por isso e, por ter recebido tantas mensagens sobre este assunto, quero deixar-vos a minha experiência. Quem vos rodeia terá certamente sensibilidade para oferecer a sua ajuda mas, se assim não for, não se acanhem de pedir. Por mais pequena que seja, valerá sempre a pena e fará sempre mas SEMPRE diferença no vosso dia. Por vezes, pode até ser a vossa tábua de salvação num dia mais cansativo. Não vivam nem carreguem tudo sozinhas e partilhem as vossas emoções e frustrações com quem mais amam e em quem confiam: isto pode ser a diferença entre estar bem (para vocês próprias e para o vosso bebé) ou estar deprimida.


A Carminho com 1 mês de vida


Um grande beijinho,

Mafalda 

sábado, 30 de dezembro de 2017

2017 - o ano do maior desafio

2017 foi um bom ano.
Começou triste com a morte do meu avô paterno em fevereiro mas feliz pouco depois, quando descobrimos que estava grávida da Frederica. Queria muito ter, pelo menos, mais um filho e esse desejo acabou por realizar-se.
Confesso que esta segunda gravidez foi difícil para mim (a da Carminho correu na paz do Senhor!). A minha obstetra tinha-me dito que cada gravidez é diferente, que não se pode comparar. Existem diferentes sintomas, diferentes estados de espírito, diferentes formas do corpo...e é tudo verdade. O facto de já ter a Carminho cansou-me muito pois, geralmente, sou eu que estou mais tempo com ela. Findou o Verão e a Frederica decidiu nascer às 35 semanas, mesmo apesar de eu ter tentado abrandar o ritmo e descansar mais. Foi um susto mas felizmente correu tudo bem, nasceu de parto normal e sem ajuda respiratória.

Viemos para casa e apareceram as dificuldades. Uma bebé recém nascida cheia de cólicas, o Pai a trabalhar até tarde e a Carminho a exigir atenção redobrada. Graças à minha Mãe que, mais uma vez me ajudou (sendo incansável), consegui orientar as coisas em casa e organizar o dia-a-dia. Essa ajuda foi absolutamente fundamental e felizmente não me canso de agradecer a Deus por ter este anjinho (juntamente com outro que é o meu pai) nas nossas vidas, sem eles não sei mesmo como seria. (quando tiverem um bebé não tenham vergonha de pedir ajuda, principalmente a quem vos é mais próximo. É muito importante para o vosso bem-estar!).

Outra pessoa fundamental neste processo foi a Irina, do blog Estaca Zero. Para quem não conhece, a Irina é Psicóloga e Facilitadora de Parentalidade Consciente. A Irina foi um peça-chave nesta fase porque me ajudou a reflectir e a mudar a minha atitude para com a Carminho quando já nem conseguia ver a luz ao fundo do túnel. De um momento para o outro, deixei de reconhecer a minha filha. Começou a não querer dormir na cama dela, a perder o apetite, a deixar de querer brincar,  fazia constantemente birras e não se queria vestir (vestir e despir o pijama eram verdadeiros atentados à minha paciência). Se acordava durante a noite, chamava por mim ou pelo Pai e ora pedia colo, ora leite. Sinceramente, achei que não ia conseguir. Achei que isto ia durar para sempre e que teria de ter de me habituar a ter "outra filha". Foi uma fase muito cansativa e exigente. Chegava ao fim do dia  extenuada, chorando muitas vezes sozinha. Felizmente e, com os conselhos da Irina, pude perceber que somente eu conseguiria mudar a atitude da Carminho. Tive de parar para pensar, refletir muito para conseguir perceber que teria de respirar fundo, custasse o que custasse. Teria de ter tempo para a ir buscar à ama, sentar-me para brincar com ela, dar-lhe banho, ouvi-la, dar-lhe colo, fazer programas com ela, senti-la. Tive de me esforçar por lhe passar a mensagem de que a Mãe não deixou de gostar dela, de que a Mãe irá sempre amá-la da mesma forma, aliás cada vez com mais intensidade porque o amor de Mãe é mesmo assim, desmedido.

2017 entrou com uma perda mas acaba com a chegada de mais uma vida. E apesar de poderem pensar que é um cliché, não consigo deixar de vos dizer que me sinto abençoada por ser Mãe da Frederica e da Carminho. Não acredito que a felicidade passe somente pelos filhos mas não consigo esconder que nunca estive tão feliz na minha vida. Que me orgulho imenso de ter casado com o A. que me faz feliz todos os dias, mesmo nos momentos mais difíceis (quem não os tem?). Que me sinto feliz por tudo o que já conquistámos e pelos sonhos que vamos desenhando a dois.
Estou feliz. Obrigada 2017. Venha 2018. 


as nossas 9 melhores fotografias no instagram (aqui)


A vocês que estão desse lado a dar-me força e a acarinhar-nos diariamente, o nosso OBRIGADA. Com a quantidade de blogs que há hoje em dia, sinto-me grata por vos ter desse lado. Deixo-vos com a promessa que, para o ano, serei mais assídua e mais regular (tem de ser!). Farei um esforço por partilhar mais as minha dúvidas, os momentos felizes mas também os tristes e espero poder realizar e mostrar alguns projectos que tenho em mente.

Desejo-vos saúde, amor e paz pois cada vez mais acredito que estas três coisas alimentam a nossa felicidade e o nosso bem-estar. Sejam felizes em 2018!

Um enorme beijinho,

Mafalda                 

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Memórias dos meus avós (maternos)

No domingo de manhã levantámo-nos e o A. saiu para comprar pão, queijo e fiambre para o nosso pequeno almoço. Pusemos as coisas na mesa e eu que estava com uma fome terrível (depois de ter amamentado a Frederica), abri o envelope do fiambre e pus-me a comer uma fatia. Assim que levei a fatia à boca, deixei de estar ali na nossa sala e passei para a sala de um apartamento no terceiro andar de um prédio sem elevador nos Olivais Sul. A casa dos meus avós maternos. 

Deixei de ter trinta e três anos e passei a ser uma criança. Consegui ouvir os passos do meu avô a subir as escadas vindo do "quintal", consegui vê-lo a pendurar a boina no cabide do corredor junto à porta e a ajeitar o cabelo à frente porque ficou colado à testa com a transpiração. 

Consegui ouvir o relógio de parede a tocar (e que som ensurdecedor!) e de sentir o cheiro do esparguete com frango guisado da minha avó. Vi os frascos onde guardava o açucar, a farinha e afins a girar em cima da mesa da cozinha e as batatas guardadas no baú junto à parede. Consegui ver as batatas acabadas de fritar guardadas na gaveita por baixo do forno e de sentir o cheiro do "café das velhas" acabadinho de fazer. 

Consegui abrir a caixa de plástico grande onde guardavam as "carcaças da padeira" e de ver a minha avó sentada no banco da cozinha a debulhar favas ou ervilhas. 

Consegui olhar para o meu avô e de me lembrar que me ensinou o "tico, tico, saranico" e o "alecrim". Consegui cheirar a laca do cabelo da minha avó e de a ouvir chamar-me "faldinha" (o meu avô "coradinha"). Consegui sentir o cheiro da aletria e do doce de tomate guardado no armário e de sentir a colónia do meu avô. Consegui ver o meu avô a serrar na varanda cheia de sol e a minha avó a fazer sopas de pão para atirar aos passarinhos. 

Consegui, ainda, sentar-me no colo do meu avô e de acenar à minha avó que nos esperava debruçada na janela. E lembrei-me do que me ensinaram de mais valioso: o valor da família. 

Saudades vossas. Muitas. Onde quer que estejam, um feliz Natal! Este ano estaremos todos juntos outra vez! 


Aqui um bocadinho mais velha do que a Carminho

Um beijinho, 

Mafalda 

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

A nossa mesa de Natal

A nossa mesa de Natal está, todos os anos, posta e decorada. Os meus pais passaram-me essa tradição que ganharam dos meus avós. Desde o dia 23 até ao início de janeiro a mesa tem sonhos, as filhós da minha mãe (as minhas preferidas!), trutas (pastéis de batata doce, uma receita da família do meu pai), castanhas de ovos, frutos secos, bolo rei, aletria, bolo família (outra receita da família do meu pai), bôla, bombons e mais uma ou outra coisa. 

Este ano vou adaptar o bolo rei que, desta vez, será de alfarroba. Uma escolha mais saudável com uma massa mais leve. Vou, também, acrescentar algumas coisas desta lista que fiz:



Tudo o que mais gosto está nesta lista mas ainda acrescentaria uma boa garrafa de champagne e outra de carpaccio. A escolha do vinho foi propositada: o vinho que mais gosto é tinto alentejano e as minhas castas de eleição são trincadeira e touriga nacional. 

Para verem o preço dos produtos basta clicarem em cima de cada um e seguirem o link. 

Um beijinho, 

Mafalda Braz   

sábado, 9 de dezembro de 2017

Mala de viagem das manas

Se têm um marido como o meu que reclama de cada vez que vamos viajar, então este post é para vocês! Seja apenas por um fim de semana ou por uns dias no Verão, chegamos ao carro e ouço sempre a mesma coisa: "levas a casa às costas! Tens a certeza que precisas disto tudo???".

Efetivamente precisamos de TUDO o que levamos para os nossos filhos! Há sempre uma camisola a mais porque pode fazer frio, umas calças porque se pode molhar, não sei quantas mudas de roupa porque pode fazer chichi...uma Mãe sabe o que faz e, pelo sim pelo não, o melhor é ter tudo à mão, certo? 

Antes da Carminho nascer, usávamos uma mala de viagem só para ela mas, assim que fiquei grávida da Frederica, comecei logo a pensar como é que haveríamos de fazer quando viajássemos com as duas. Queria uma mala bonita, espaçosa mas que fosse, sobretudo, prática. Uma mala que fosse lavável e que fosse fácil de arrumar (esta dobra-se toda). Lembrei-me Da Patita que já tinha feito a mala de maternidade da Carminho e encomendei esta mala. Não podia estar mais satisfeita, já é o segundo fim de semana que esta mala amorosa vai passear e que leva tudo das duas: 





Muito mais prático ter tudo na mesma mala, não concordam? Pelo menos, enquanto são pequenas. 

E vocês, como fazem? 

Um beijinho, 

Mafalda 

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

A Frederica tem o REI na barriga!

Hoje estamos em festa! A Frederica faz 2 meses!

Quem já é Mãe sabe que estamos quase a entrar na fase "cruzeiro" como diz a nossa Pediatra. A fase em que tudo começa a entrar nos eixos. Já conhecemos o nosso bebé, já temos uma rotina estabelecida e já conseguimos antever determinadas situações. Estamos, também, no auge das cólicas e, tal como a Carminho, a Frederica também tem sofrido muito. Resolvemos comprar logo o medicamento homeopático que tinha resultado com a Carminho mas, infelizmente, não surtiu o mesmo efeito com a Frederica. Mais uma vez se veio provar que os bebés não são iguais e que o que funcionará para uns, poderá não funcionar para outros. 

Assim, decidi seguir o conselho da minha querida e amiga vizinha R. e experimentar o Biogaia, conhecem? Ela sempre me falou maravilhas deste produto, dizendo-me que o M. nunca tinha chorado com cólicas. Fiquei desconfiada mas decidi experimentar pois a Frederica contorcia-se com dores, chorando muito tempo. Chegámos, agora, ao fim da segunda semana de utilização e posso dizer que a Frederica melhorou bastante. As cólicas não desapareceram por completo mas, pelo menos, consigo adiantar que está mais calma e que o choro não denota tanto sofrimento.  

Ao contrário de outros medicamentos, o Biogaia não pode ser visto como um produto de S.O.S. Deverá ser tomado todos os dias e a dosagem é sempre a mesma e (idealmente) sempre à mesma hora: 5 gotas de uma só vez. Por ser um probiótico, é rico em bactérias que têm efeitos benéficos na regularização da flora intestinal e redução das malditas cólicas, o que quer dizer que, para surtir efeito, terá de ser mantido o período de toma (durante, aproximadamente, 3 meses). 

Ah! Esqueci-me de dizer que é apto para diabéticos, celíacos e intolerantes à lactose (o que significa que todos os bebés podem tomar) e que não tem qualquer sabor ou aroma. 

Bebé tranquilo, mãe feliz! 



E vocês? Já experimentaram o Biogaia? Funcionou com os vossos bebés?

Um beijinho, 

Mafalda 


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Love is in the hair

Quem nos acompanha no instagram (aqui) pôde ver que ontem estive presente na inauguração de um novo espaço de beleza em Lisboa: o Love is in the hair

É um espaço muito bonito no Páteo Bagatella em Lisboa e o que o torna diferente é o conceito associado: um serviço totalmente personalizado, moderno, envolvente e completo (dos pés à cabeça e passando por diversos tratamentos). O objetivo é "proporcionar aos clientes e amigos uma experiência memorável" refere o hairstylist Valter Videira.  

A ideia surgiu através de dois hairstylists que tão bem conhecemos - Valter Videira e Carlos Gonçalves (outrora colaboradores da Marina Cruz e Lúcia Piloto respetivamente) - e ganha forma com os impulsionadores e sócios João Baião e Carlos Gonçalves, que acarinharam este projeto.   

Com cerca de 200 metros quadrados, este espaço conta com uma decoração moderna e sofisticada e com áreas de aconselhamento, cabeleireiro e tratamentos de estética em parceria com a Ellegantia Spazio Bellezza. Esta empresa, que defende que a aparência e o sucesso andam de mãos dadas, já tem duas clínicas independentes mas decidiu apostar com a sua presença e,pela primeira vez, num espaço deste género, o que constitui um desafio.

O Love is in the Hair abriu as suas portas hoje e irá funcionar de segunda a sábado das 9h às 20h. Para mim, este horário é, sem dúvida, uma mais valia pois, quantas vezes queremos arranjar o cabelo em fim de dia e não conseguimos nada aberto? Agora já conseguimos! 


Os 4 mentores do projeto: Carlos Gonçalves, Valter Videira, João Baião e Carlos Gonçalves 




Zona de entrada



Zona de lavagem



Zona de trabalho

Fotografias de Paulo Esteves

Não está lindo este espaço? 

Um beijinho, 

Mafalda 

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Um Natal com bolhinhas

Esta semana experimentámos a Sodastream e ficámos muito surpreendidos. Para quem não sabe, esta é uma máquina de fazer água gaseificada, simples ou com sabor. Não sei se consomem muitas bebidas com gás mas, cá em casa e principalmente em dias de festa, consumimos muito! 

Esta máquina não necessita de eletricidade, apenas de uma garrafa adequada e de um cilindro de CO2 (que vêm com a máquina), o que vos permite poupar plástico e dinheiro, já que utilizam a água que sai da vossa torneira. Cada litro de água com gás ficar-vos-á por 0,25€ e, através da utilização da Sodastream, estarão a tomar uma atitude inteligente, sustentável e ecológica já que estarão a contribuir para a redução da pegada ecológica. Além disso, para quem tem filhos, esta será a oportunidade de adotar uma atitude eco-consciente, explicando-lhes que é bem mais rentável (a todos os níveis) consumir bebidas gaseificadas usando a Sodastream do que adquirir garrafas no supermercado. Sabiam que só se deverá usar uma garrafa de plástico uma vez devido ao facto de conter BPA, uma substância prejudicial à saúde do ser humano? 

Poderão, assim, em vossa casa, preparar água com gás mas, também, qualquer outra bebida que mais gostem. A Sodastream disponibiliza garrafas de vários sabores para que possam fazer, por exemplo, sumo de manga gaseificado, limonada, cola, água tónica, ginger ale, sumo de manga (vejam aqui).

Para perceberem como tudo funciona, vejam o vídeo que fiz: 



Este ano teremos a Sodastream para nos dar uma ajuda no Natal e já estamos a ver que o melhor será comprarmos mais uma garrafa pois, com uma família enorme como a minha, 1 litro acabará num instante! 

E, como o Natal é para todos, tenho uma surpresa para vós! Vou, em conjunto com a Sodastream, sortear uma máquina igual à nossa. Para participar basta seguir os seguintes passos:

1. Colocar um like na página de  facebook do blog:   


2. Colocar um like na página de  facebook da Sodastream: 


3. Partilhar o link do post do facebook na vossa página de facebook (atenção que o perfil tem de estar público) 

Poderão participar até às 23h59 de domingo dia 3 de dezembro. O(a) vencedor(a) será escolhido através de random.org. 

Até lá vão pensando nas bebidas que poderão preparar na noite de Natal. Vão fazer um brilharete! 

Boa sorte! 

Um beijinho, 

Mafalda Braz  

terça-feira, 21 de novembro de 2017

O meu primeiro robôt

Na semana passada aceitei o convite da Clementoni para ir aprender mais sobre robótica e a sua implicação na aprendizagem das crianças. 

Como sabem, o campo da robótica tem sofrido grandes desenvolvimentos nos últimos anos (viram a Sophia no Web Summit?), vindo provar que os robôts não deverão ser vistos como uma ameaça à função humana mas como uma ajuda. Assim, atenta às tendências mundiais na área da Educação e aplicando tecnologia de ponta, a Clementoni projeta e fabrica brinquedos com elevado conteúdo educacional obtendo a confiança e o reconhecimento dos pais, professores e até pedagogos! 

Diz-nos Maribel Miranda, uma investigadora do projeto Kids Media Lab da Universidade do Minho, que "a iniciação à robótica nos primeiros anos da criança permite desenvolver aprendizagens relacionadas com a criatividade, a imaginação, a orientação espacial, as noções de lateralidade, o pensamento lógico-matemático, as sequências, as narrativas, o desenvolvimento da linguagem e outras formas de expressão do pensamento da criança". 

Já o pedagogo Renato Paiva considera que "ao jogarmos, de uma forma lúdica e divertida, contribuímos para preparar o cérebro para as aprendizagens formais aquando da entrada para a escola". 

Durante o evento, pude conhecer as propostas da Clementoni e a Carminho pôde experimentar o robô educativo que fala. Apesar de não ser pensado para a idade dela (é para crianças entre os 4 os 7 anos), a Carminho adorou perceber o que é que ele podia fazer porque, para além de ele comunicar sobre o tabuleiro do jogo, é possível apenas dar-lhe direcções e vê-lo a movimentar-se. Quem nos segue no instagram (aqui) conseguiu ver nas stories a excitação dela em torno deste robôt!

E para que serve este robôt e como se joga? Através da metodologia STEM - que estimula as competências no âmbito da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática -, pretende-se que este robôt ajude no pensamento lógico e na resolução de problemas. Não há dados, apenas um tabuleiro, cartões e o robôt. O objetivo de cada jogador é terminar uma missão com sucesso, seguindo um percurso e evitando determinados obstáculos, tendo a ajuda do robôt que vai comunicando ao longo de todo o processo e que conduzindo o jogo. 




Penso, contudo, que é possível jogar com crianças a partir dos 2 anos e meio ou 3 anos mas com a ajuda e supervisão de um adulto. Os temas do jogo prendem-se com as letras, os animais, os objetivos e os locais numa cidade, coisas que uma criança desta idade já começa a conseguir identificar. De resto, para manusear o robôt precisará da ajuda do adulto ou de uma criança mais velha, o que ajuda a desenvolver as competências de interacção social. 

Arriscaria a dizer que é uma óptima prenda para o Natal pois é um brinquedo educativo, interativo e que promove a interacção!  

Um beijinho, 

Mafalda



quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Make up - Baptizado do M.

No fim de setembro estivemos num baptizado do filho de uma prima minha. Os dias ainda estavam quentes e eu estava longe de imaginar que daí a apenas duas semanas iria ter o meu docinho cá fora. Na altura fui muita gabada, não só porque exibia uma grande barriga mas porque TODOS adoraram o conjunto que vesti e os acessórios que escolhi. Não queria gastar muito dinheiro num vestido que, muito provavelmente, não iria vestir tão cedo e, por essa razão, resolvi comprar um numa loja mais acessível. Adivinham qual? Não, não foi na Primark. Foi na Code, a marca de vestuário exclusiva do Pingo Doce. Pois é, se forem espreitando acreditem que encontram, por vezes, coisas bem giras, tanto para nós como para os mais pequenos! 

Os sapatos dourados são da colecção passada da Zara, a clutch é da colecção Outono/Inverno da Cortefiel e a headband é da Sfera. Quem me conhece sabe que adoro acessórios para o cabelo e, numa ida ao El Corte Inglês com a minha Mãe, mal avistei este acessório agarrei-me a ele e pensei: "Há-de ser a estrela de um conjunto um dia destes!" E assim foi. Falta apenas dizer que a pulseira é da Mango e os brincos pérola são os que NUNCA largo, presente dos meus pais quando nasceu a Carminho. 

Aqui está a fotografia possível que tirámos naquele dia (com a Carminho versão mau feitio):


Entretanto muitas pessoas me fizeram perguntas acerca da maquilhagem mal publiquei uma fotografia minha no instagram (aqui): 


Já vos disse que perco horas a ver tutoriais de maquilhagem e esta foi baseada num da minha blogger favorita: a Vic Ceridono (aqui). 
Assim, decidi mostrar-vos o que usei naquele dia: 



Palete de sombras Naked 2 - Urban Decay 
Palete de sombras Sleek 


Iluminador sweetheart - Too Faced 
(não são a coisa mais fofa?)


Primer The POREfessional - Benefit 
Base Teint Haute Tenue + - Clarins (que não troco por nada!) 


Máscara de pestanas Miss Hippie - L´Oreal (a preferida do momento! Faz MEGA pestanão!) 
Máscara de pestanas inferiores - Clinique
Gel volumizador para sobrancelhas Gimme Brow - Benefit  


Corretor - Catrice 

Esqueci-me de colocar o batom mas foi um Nude, não sei se da Essence se da Catrice. 

Com excepção da Catrice e da Essence que estão presentes nas lojas Well´s, todos os restantes produtos estão à venda nas lojas Sephora. Ah! Não se esqueçam de colocar um bom fixante no final para que a maquilhagem dure o dia todo! 

Gostaram? Usam algum dos produtos? 

Um beijinho, 

Mafalda