quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Piquenique na praia

No primeiro ano de vida da Carminho e como apenas tinha dois meses de vida, íamos apenas um bocadinho à praia no final do dia. No ano seguinte, já com um ano completo, começámos por ir a seguir ao almoço, fazendo esta refeição em casa. Este ano, decidimos levar piquenique para a praia e aproveitar melhor o dia, até porque faz sestas de 2 a 3 horas na praia. 

Como tem recusado a sopa à hora do almoço (provavelmente devido ao calor), optei por procurar outras alternativas para a praia, que sejam frescas, práticas e saudáveis. À noite, come um bom prato de sopa e prato com acompanhamento de vegetais. Tentamos variar ao máximo, até porque se farta rapidamente de comer as mesmas coisas. Além de saladas de massa e arroz com atum, hamburguer de peru grelhado, miolo de camarão ou delícias do mar, temos levado:   

- Salsichas de aves 

- Wraps integrais com queijo quark 0% e fiambre de peru 

- Palitos de cenouras com queijo quark 0%

- Fruta (tem pedido melão, pêssego e ameixa) 

- Purés de fruta (de preferência sem açucares adicionados)

- Mini tortilhas de milho 

- Bolinhas de queijo Babybel light 

- Palitos d´A vaca que ri 

- Frutos secos (Mistura de frutos secos do LIDL) 

- Iogurtes líquidos 

- Iogurtes sólidos com cereais puff 

- Iogurtes com gelatina Mimosa 


Além disto, MUITA água! 



Fato de banho Zippy 
Colar com letra Terços da Lupinha


Fato de banho Sal e Pimenta



Fato de banho comprado em Espanha

Colar do peixinho Terços da Lupinha


Mistura de frutos secos do LIDL
Mini tortilhas do ALDI
Purés de fruta Pingo Doce

A Carminho ADORA praia e este ano descobriu o mar, mostrando ser destemida. Temos tido, por isso, muito cuidado pois mal avista o mar quer correr e entrar na água, mesmo com ondas! 
Têm sido dias óptimos e muito bem aproveitados junto do tio e dos avós, ainda que sintamos MUITO a falta do Pai que só vemos ao fim de semana por já ter regressado ao trabalho. 

E vocês, o que levam para a praia? Algume sugestão? 

Um beijinho, 

Mafalda 


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

O desfralde - ponto de situação e dicas

No final desta semana faz 1 mês que a Carminho deixou a fralda. Não me lembro de referi por aqui mas combinei com o A. de tentarmos, se não corresse bem e se víssemos que ela não estaria preparada, pararíamos o processo e tentaríamos mais tarde. 

E como estão as coisas? - perguntam vocês. Penso que, no geral, está a correr lindamente! A única coisa que precisamos de "afinar" é a questão do cócó pois parece que não se sente à vontade para fazer na sanita/penico. Pede para fazer, senta-se e uns minutos depois está a pedir para sair. Vamos ter de insistir para que fique porque, ao contrário do chichi, às vezes tem de se aguardar pelo cócó. 

Confesso que os primeiros dias foram difíceis (ainda mais com esta barriga!). Conseguia perceber que ela queria esforçar-se por ser crescida, por usar cuecas e ir à sanita mas esquecia-se de pedir. Normalmente, falávamos com ela e explicavamos-lhe onde se devia fazer (houve também um dia que perdi a paciência e me zanguei!). Na semana seguinte, fomos de viagem para o Algarve e depois para Espanha e decidimos seguir sempre o que a nossa Pediatra nos disse: fralda só à noite e é porque ainda bebe leite antes de ir dormir. Pusemos dois resguardos na cadeira auto e, até agora, depois de muitas viagens grandes, ainda só se descuidou uma vez (molhando apenas um dos resguardos). Tentamos que faça chichi antes de entrar no carro e, caso adormeça, já sabemos que teremos de parar cerca de 10 minutos depois de acordar, nem que seja no meio do nada! (como já aconteceu). 

Na praia faz na água ou à beira mar e pede para que a lavemos, o que é sinal de que fica incomodada. Das primeiras vezes que fez cócó na praia, descuidou-se no fato de banho mas, ultimamente, tenho conseguido que faça no baldinho. 

À noite é a única vez que usa fralda (e que grande poupança que é!) e, logo que acorda, pede para a tirar e fazer chichi no penico/sanita. Digo uma coisa ou outra porque é mesmo assim, fora de casa faz sempre na sanita, em casa vai variando, se bem que tem pedido mais penico durante esta semana. 
No fim de semana vamos voltar para o Algarve para a última semana de praia e espero conseguir que faça o cócó na sanita ou no penico pois é o que lhe falta. 

E agora a parte das dicas. Tenho falado com muitas amigas e até amigas de amigas que me pedem conselhos, visto estarem a fazer o desfralde aos filhos de 3 anos, em comparação com a Carminho que tem apenas 2. Não sou, de maneira nenhuma, uma expert no assunto, mas partilho convosco algumas dicas que funcionaram com ela, sabendo que cada criança tem o seu ritmo e que, por vezes,  é contraproducente forçar:

1. Ouvir a opinião do Pediatra. Há sinais que indicam se estão preparados ou não: maior desenvolvimento da fala e entendimento; querer ser autónomo no vestir/despir; saber nomear as partes do corpo; ter consciência que está a fazer chichi ou cócó na fralda e até sentir algum incómodo neste último caso. Uma colega minha do colégio (professora de Educação Física) também me disse que estarão preparados para largar a fralda quando conseguem saltar com os dois pés ao mesmo tempo, sinal que controlam os esfíncteres. 

2. Palavra de ordem: Explicar! Ter paciência para explicar vezes sem conta e com muita calma o que irá acontecer. Comprar cuecas com bonecos que gostem (as mais giras que vi e comprei foi na H&M) e levá-los a entusiasmarem-se por esta conquista, mostrando-lhes que os crescidos (como o Pai e a Mãe) não usam fralda, também fazem as necessidades da sanita.

3. Largar definitivamente a fralda e só deixar à noite. Assim que se passa para as cuecas não há volta atrás, a não ser que se queira parar o processo. Houve vezes em que o A. quis colocar fralda (durante as viagens de carro ou nas sestas) e depois de lhe explicar e insistir, acabou por concordar comigo. Usem e abusem dos resguardos! 

4. Durante esta fase usem roupa prática e que seja fácil de vestir e despir. Como ela é menina, deixei as jardineiras e tem usado mais vestidos e tapa fraldas. No caso dos rapazes, calções sempre! 

5. Sair de casa com 2 ou 3 pares de cuecas e um saco para colocar as cuecas sujas. Não se esqueçam também de uma muda de roupa completa (incluindo sapatos) e toalhitas. 

6. Ter toalhitas do "sapo" (como a Carminho lhe chama) junto à sanita e fazer com que sejam os vossos filhos a limpar-se, a puxar a roupa para cima e a despejar o autoclismo. No final, deem-lhe um elogio. Qualquer coisa como um "boa! muito bem! estás a ficar crescido!". Cá em casa dizemos "boa gordinhas!" e o pai dá-lhe mais cinco (que ela adora!).   

7. Fazer com que sejam eles a despir-se caso se descuidem nas cuecas. Isto faz com que se sintam incomodados e até enojados com o que acabaram de fazer.

8. Aconselhada pela querida Catarina do blog Happy Brunette, comprei o livro da Pipa "Até as princesas fazem cócó" (à venda aqui).  Começámos a contar-lhe a história para que ficasse sentada no penico e, aos poucos e poucos, foi pedindo para que contássemos a história mesmo não estando lá
a sentada. Agora fala muito na Pipa e diz que é crescida como ela. Obrigada Catarina! Também há a versão para rapazes "Até os piratas fazem cócó".



Até com as luvas se vai ao penico! =)
Pijama Zippy 

Espero não me ter esquecido de nada! 

Lembrem-se: cada criança com o seu ritmo! 

Boa sorte! 

Um beijinho,

Mafalda 


     

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Matchy-matchy para manas

Desde que sei que, dentro de poucos meses, serei Mãe de outra menina que penso nas possibilidades de fazer o chamado matchy-matchy.  Confesso que não gosto muito de roupas exatamente iguais para irmãos, mas gosto que as cores coincidam ou que haja algum apontamento em comum. À primeira vista, percebe-se que os conjuntos fazem pendant, mas não são exatamente iguais, o que permite manter alguma individualidade. 

Nesta gravidez e, para espanto de muitos, ainda só comprei uns sapatinhos. Inicialmente terei de comprar todo um enxoval para esta bébé (ainda não nos decidimos pelo nome) já que irá nascer no Outono, contrariamente à Carminho que nasceu no início do Verão. Já muitas pessoas me disseram que, mais para a frente, conseguirei aproveitar muitas peças mas, por agora, teremos de criar um guarda roupa para ela, o que me deixa entusiasmada! 

A nova colecção Outono/Inverno vai chegando às lojas e eu já avistei na Zippy algumas peças que vou querer trazer para casa para cumprir este matchy-matchy à minha maneira. Quem me segue, sabe o quanto gosto desta marca não só pela qualidade dos produtos, design/inovação mas, também pelos preços. A coluna da esquerda pertence à roupa da bébé que vem a caminho e a coluna mais à direita a selecção que fiz para a Carminho. 
Espero que gostem!


1. Blusa com gola dupla às pintinhas - 15,99€  
2. Vestido azul às pintinhas - 14,99€
3. Fofo de manga comprida - 22,99€
4. Jardineiras saia - 17,99€
5. Blusa branca bordada - 12,99€
6. Blusa azul e branca com gola bordada - 12,99€

Como fizeram nos segundos filhos? 

Um beijinho, 

Mafalda 

terça-feira, 1 de agosto de 2017

O PAI

Sim, isto é um elogio ao amor mas, sobretudo, à admiração que sinto por ver o óptimo Pai que és! E, a cada dia que passa, agradeço pelos nossos caminhos se terem cruzado e por te ter escolhido para Pai das nossas filhas.  

Um Pai que se levanta as vezes que forem necessárias a meio da noite; um Pai brincalhão; um Pai companheiro; um Pai que adora explicar-lhe tudo; um Pai que promove a autonomia mas sempre com responsabilidade; um Pai que adora fazer cavalinho e de atirar a filha ao ar; um Pai presente; um Pai que se mata a trabalhar para nos dar o melhor; um Pai com uma PACIÊNCIA INFINITA, um Pai que respeita os tempos da filha; um Pai que a ensina a partilhar; um Pai que canta os caricas e o Frozen; um Pai que demonstra todos os dias que a ama e que faz o melhor pela nossa família! 

A vossa cumplicidade comove-me e enche-me de orgulho! 

Enquanto a Carminho não conseguir agradecer-te, estou cá eu para o fazer: obrigada! ♥ 





Dá para ver do que falo? 


Um beijinho, 

Mafalda 

segunda-feira, 24 de julho de 2017

A questão da prioridade

Crescemos a ouvir os nossos pais a dizer-nos que temos de saber respeitar os outros: pedir "por favor" e agradecer; sorrir quando nos apresentam uma pessoa (ainda que, à primeira vista, nos pareça antipática); agirmos de acordo com cada situação (seja numa festa, numa consulta, dentro da sala de aula ou, até mesmo, num casamento) e, por fim, tentarmos colocar-nos no lugar do "outro", dando prioridade ou cedendo a passagem a quem mais precisa. 

Pois parece que, infelizmente, tudo isto fica esquecido quando nos tornamos adultos. Assim que fiquei grávida da Carminho comecei a reparar no desrespeito que certas pessoas têm, tanto por grávidas ou mães com crianças de colo, como no que diz respeito aos deficientes motores. Em relação a estes, o que pude notar foi o estacionamento abusivo em cima dos passeios, limitando a deslocação dos mesmos. Eu própria, por uma vez, chamei a atenção do A. para o facto de estar a estacionar com as duas rodas laterais em cima de um passeio. Era apenas por um bocadinho mas, logo que o lembrei que ali não passaria uma cadeira de rodas, não hesitou em procurar outro lugar, ainda que londe do sítio onde queríamos ir. Não dá mesmo para pensar de outra forma, os passeios têm de ser largos e de estar completamente desimpedidos de forma a que qualquer pessoa possa passar, seja uma mãe com um carrinho de bébé ou uma pessoa de cadeira de rodas!  

No que diz respeito às grávidas ou mães com crianças de colo, há vários pontos a referir. Comecemos pelas filas de supermercado. Atualmente, não conheço nenhum estabelecimento deste tipo que tenha uma fila EXCLUSIVA para estes casos pois, mesmos nas que estão assinaladas, conseguimos ver que está cheia de gente que não pertence a este grupo. E depois, vai-se com o carrinho, todas as pessoas nos olham para a barriga e ninguém, mesmo NINGUÉM parece importar-se ao ponto de se desviar para podermos passar.  Aconteceu-me na semana passada. Tinha o carrinho com algumas compras e a Carminho lá dentro sentada. Todas as caixas estavam cheias e dirigi-me à chamada prioritária. À minha frente estavam cerca de 5 carrinhos de compras. Todos me viram e desviaram o olhar até que a senhora da caixa me chamou e disse para passar pela caixa do lado, desviando a cancela. Cheguei à caixa, olhei para o fim da fila e pude observar o pior dos cenários...as pessoas a revirarem os olhos e a suspirar. "Que tristeza", pensei eu. Mas, qual não é o meu espanto que chegou mais uma grávida com uma amiga e a senhora que se encontrava imediatamente atrás de mim exclama: "Mas isto hoje é só grávidas? Espero não ficar aqui o dia todo!!!" Baixei a cabeça, pus as compras no carrinho e vim-me embora, sob pena de lhe responder. Quando já estava no fundo do corredor, ouvi a senhora da caixa dizer-lhe: "minha senhora, esta caixa é prioritária". 

Passando aos parques de estacionamento dos centros comerciais ou até de hospitais privados. Reparem na quantidade de lugares assinalados para grávidas/famílias vs. as pessoas que lá estacionam. Dou-vos outro exemplo bem recente, desta vez no El Corte Inglês. Avistei um lugar para grávidas/famílias e comentei com o A. Ele foi dar a volta para podemos estacionar. Quando lá chegámos, eis que estaciona uma senhora de meia idade sem crianças. Ficámos os dois estarrecidos a observar. Do outro lado da rua, estavam dois seguranças do parque que, assim como nós, puderam dar conta desta situação. E o que fizeram? N-A-D-A! 

Apenas quero, com isto, apelar ao bom senso de quem me lê. Pensem por favor, que, ainda que seja por apenas 5 minutos, poderão estar a prejudicar alguém. Não seria, de todo, necessário que existissem locais designados a estas pessoas se todos nos pudessemos colocar no lugar do "outro", se todos pudessemos ter um bocadinho mais de civismo. Em última análise existem os nossos filhos. Que exemplo lhes queremos passar? 
   


Imagem de uma campanha publicitária chinesa que pretendia sensibilizar para a cedência de lugar a grávidas nos transportes públicos 

Um beijinho, 

Mafalda 

segunda-feira, 17 de julho de 2017

E o bébé que vem a caminho é...

Passou-se 1 ano e meio e não pensávamos em ter o segundo filho....até que começaram a nascer vários bébés à nossa volta e voltámos a sentir vontade de ser pais novamente. Decidimos que deixávamos a natureza fazer o seu trabalho e, no mês seguinte, veio a boa nova. Nem queríamos acreditar que fosse tão rápido pois, da primeira vez, demorámos cerca de nove meses até conseguir um teste positivo! Desta vez e, talvez por já não existir a ansiedade do primeiro filho, foi tudo mais rápido! 

E se, antes de engravidar, pensava na possibilidade de vir a ser Mãe de um menino, esta ideia foi desvanecendo à medida que a barriga foi crescendo. Umas pessoas olhavam para mim, para a barriga e para a minha cara e diziam que parecia estar diferente em relação à gravidez da Carminho, vinha lá um rapaz de certeza! Outras pessoas, pelo contrário, afirmavam que o palpite era menina. Até testes me fizeram para adivinhar o que lá vinha...um teste onde mostrava as palmas da mão, o famoso teste da agulha, o da tabela chinesa e o teste da colher e do garfo. E as dúvidas continuam no ar...nuns testes, a resposta era menino, noutras era menina. 

"Então e tu, o que é que achas? Tens algum feeling?" perguntavam-me outras pessoas. Comecei a sentir que lá vinha uma menina, dava por mim a observar o corpo, a ver a barriga e parecia-me tudo tal e qual como na gravidez da Carminho. Não havia nada que me pudesse colocar em dúvida e levar-me a afirmar que o meu feeling estava errado. Na primeira ecografia (a das 12 semanas), a ecografista disse-nos que era muito cedo para ter certezas e que as estatísticas dizem que apenas 3 palpites em 10 acabam por ser certeiros e que não ia afirmar nada sem ter certezas. O pai continuava esperançoso que viesse lá um menino mas eu continuava a achar que vinha outra menina. Até que, na ecografia do segundo trimestre (22 semanas), a médica nos deu certezas: "já repararam que estou só a falar nela? Sim, é uma menina!" 

Confesso que não aguentei, olhei para o A. e exclamei: "Eu não te disse? Eu sabia!". 


Estamos radiantes! Confesso que ficaríamos de qualquer forma mas estou muito feliz. Esta mana vai poder fazer imensa companhia à Carminho e vai poder gozar dos seus conselhos e vivências quando for mais crescida!

Espero que venha com saúde e que possa, juntamente com a Carminho, crescer forte e feliz! 

Um beijinho, 

Mafalda  
 

terça-feira, 11 de julho de 2017

Reflexões de uma professora em final de ano

Há dias bons e há dias maus. 

Há dias em que tudo nos corre bem, que o nosso trabalho flui, que não há chatices e que o chefe até parece estar bem disposto. Isto para quem trabalha em empresas. 

No meu dia-a-dia de professora, um bom dia de trabalho é um dia em que as aulas correm bem, em que consegui ensinar os conteúdos aos meus alunos (vendo-os interessados e envolvidos) mas, também, um dia onde pude parar para me rir com uma qualquer piada de um aluno, explicar qualquer coisa do quotidiano ou até sorrir perante uma palavra mal pronunciada pelos alunos. 

Por outro lado, um dia mau é aquele em que sinto que a mensagem não está a passar, em que não sinto os meus alunos motivados para aprender, seja porque estão cansados, seja porque a matéria (ou até eu) não os entusiasma. 

É por eles que me esforço, é por eles que procuro saber mais, que estudo, que me atualizo, que procuro novas práticas e novas estratégias para aprender mais e melhor. 

As aulas já terminaram e, ainda assim, sinto que podia ter feito melhor. Serei só eu? 

Para o ano há mais. 

Um beijinho, 

Mafalda